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Mouse com 18 teclas?

10 10UTC Novembro 10UTC 2009

Enquanto algumas empresas lutam para tirar os botões do mouse, outras inventam formas de colocar mais botões. É o q eu estão fazendo em parceria a empresa WarMouse e o projeto OpenOffice.org, que estão lançando o OpenOfficeMouse, desenvolvido apenas para ser usado no conjunto de aplicativos de escritório mais popular do mundo do software livre, mas deixando claro que funciona também com qualquer software.

Vejam mais detalhes no link:  http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4090593-EI4801,00-Mouse+com+botoes+e+lancado+para+OpenOffice.html

 

Segue ai uma fotinho do mouse:

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Faço aqui uma pergunta do texto original. Mais parece um mouse ou um teclado? hahahahha

Abraços.

Rafael de Andrade (Japa)

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Sem logo

10 10UTC Novembro 10UTC 2009

Mixando a paixão de ativista com sofisticado comentário cultural, Naomi Klein constrói formulações reveladoras sobre o reino das marcas. A autora aponta os efeitos negativos deste mecanismo na cultura, no trabalho, na educação e nas escolhas do consumidor. O livro mostra como companhias transnacionais convertem o mundo em uma oportunidade de marketing, retraça a trajetória do movimento antiglobalização, explica a razão pela qual algumas das mais reverenciadas marcas encontram-se expostas por ativistas na fúria de seus grafites e ‘slogans’, alvejadas nas sabotagens de ‘hackers’, ou nas campanhas anticorporativas.

Para quem tiver interesse de conhecer os relatos de Naomi pode retirar o livro na biblioteca da Unijui (mas só depois que eu, o Alex e a Márcia terminarmos de fazer a resenha do Kinn, certo?), mas caso a sua curiosidade não permita esperar, você pode clicar aqui e ler o livro online.

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No livro a autora cita e conta a história de várias super-marcas tiranas que usam de todo o seu poder para “dominar o mundo”, como por exemplo, a Nike, Adidas, Mc’Donalds estão lá. E entre elas está também a Disney.

 Surpreendeu ver a Disney sendo cidata? A Disney tem um poder absurdo de disseminação cultural, transformando suas produções em produtos para a criançada, com bichos de pelúcia do Nome, livros educativos da Pocahontas, papelaria das princesas, etc. A gente pode não perceber, mas já ouvi falar que as orelhas do Mickey eram o segundo símbolo mais reconhecido do mundo (perdendo somente para a cruz da Igreja católica!).

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 Por Nay Back.

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O Poder dos Clientes na Colaboração de Massa

10 10UTC Novembro 10UTC 2009

Dai galera, aqui vai o meu trabalho final de Seminário I, para quem estiver afim de dar uma conferida… hehehe

Não há como negar que vivemos na era da informação, essa denominada de internet, sendo ela a principal forma de jorramento informação, deixando todo o mundo interligado em rede, tudo isso devido ao grande avanço tecnológico. Com a era da internet houve uma aproximação dos povos, de suas culturas, tornando-a uma gigantesca ferramenta de informações. Dessa forma a internet desencadeou a possibilidade de muitos construírem e cultivarem a cultura, com resultados muito além dos limites locais. Lawrence Lessig acredita que esse poder mudou o mercado de criação, assim como o cultivo da cultura em geral, ameaçando dessa forma as indústrias de conteúdos estabelecidos.

            A chamada era da internet, também pode ser chamada de era da participação, permitindo que milhares de indivíduos e pequenos produtores criem conjuntamente produtos, TAPSCOTT & WILLIAMS, tratam desse assunto como “as armas de colaboração de massa”. Com esta colaboração de massa, na mídia e nas indústrias de entretenimento, a economia é que parece ficar de cabeça para baixo, pois os grandes produtores, dotados de credenciais de profissionalismo, dividem seus trabalhos com meros criadores amadores, dotados apenas de conhecimento.

            Com essa nova onda Wikinomics, diversas empresas passaram a entender essa nova regra e estão criando marcas globais aproveitando as oportunidades que surgem. Essa revolução traz dados capazes de apavorar grandes marcas. Dados estes, se tornam prelúdio de uma grande mudança no cenário global, abrindo dessa forma oportunidades para empresas criarem suas comunidades, oferecendo produtos e serviços que supram realmente as necessidades das pessoas e seus desejos.

            O computador se tornou um instrumento global, já somos capazes de afetar a realidade externa à internet apenas por estarmos online. Surge um cenário em que dados estão cada vez mais disponíveis, apenas esperando algoritmos que os relacionem. Essa é a razão de não existir mais uma grande moda e sim varias tendências, formando comunidades e “tribos”.

            O grande acesso que temos à informação só faz com que aumente o nosso conhecimento como consumidores, podendo dessa forma nos mobilizar de uma forma que poderemos melhorar e alterar produtos, além de serviços criados por empresas. Um exemplo que podemos citar deste caso é o iPhone, que foi desbloqueado em duas semanas e a cada release novo este intervalo desbloqueio cai ainda mais. Tanto que a comunidade anuncia em seu site oficial a seguinte frase: “jornalistas, não temos um líder oficial.” 

            Toda essa troca de informações se torna um grande desafio para as empresas, pois os mercados estão ficando cada vez mais informados, organizados e inteligentes. Os consumidores hoje em dia acabam muitas vezes tendo mais informações sobre determinados produtos que os próprios fornecedores, com isso o discurso das empresas de agregar valor ao produto começa a se tornar um tanto antiquado.

            As pessoas não recebem mais as informações estáticas, sentadas em uma poltrona na sala em frente à tela azul da televisão, mas sim via internet, de forma dinâmica, onde é possível sanear todas suas duvidas sobre determinado produto, além de poder emitir opiniões para milhares de pessoas, quer sejam positivas ou negativas. Com isso a lealdade a marca, sonho de toda a empresa, está sendo renegociada com velocidade extraordinariamente rápida, pois não se pode esquecer que os mercados estão cada vez mais inteligentes e lealdade a marca demanda de relacionamento entre consumidor e fornecedor.

            TAPSCOTT & WILLIAMS, falam que a criação de produtos realizada por consumidores soa como uma proposta em que todo mundo sai ganhando, pois os clientes recebem mais do que eles realmente querem e as empresas recebem P&D de graça. Deixando com único problema para as empresas, é que à medida que as comunidades aumentam, elas (empresas) enfrentam escolhas cada vez mais difíceis de interagir com elas.

            As empresas que aproveitam a criação de produtos realizados por consumidores têm, como maior dilema correr o risco de canibalizar seu modelo de negócios e perder o controle de sua plataforma. Já uma empresa que luta contra seus usuários, além de manchar sua reputação, também isola uma valiosa fonte de inovação em potencial.

            Apesar de os clientes hábeis para poder modificar os produtos hoje serem a minoria, as empresas já se preparam, pois daqui a alguns poucos anos, quando a grande maioria ter amplo conhecimento da tecnologia, as empresas não terão como lutar contra todos os seus clientes, deixando assim prevalecer as mudanças feitas pelos clientes.

            A web é sem sombra de duvidas o local de maior amplitude de criatividade de clientes, onde exibem seus trabalhos, sejam através de músicas, vídeos amadores, histórias e fotos que fluem através de blogs, site de televisão via internet, podcasts, wikis. Toda essa evolução acabou colocando as empresas de mídia em guerra com seus clientes, pois indivíduos com opinião formada podem influenciar os planos da mídia, onde sites que trabalham com publicidade, podem e devem abocanhar uma parte significativa da receita que deveria ir para os conglomerados da mídia.

            Aquela antiga idéia que a criação junto com o cliente era simplesmente colaborar com eles para haver uma customização de bens, serviços e experiências enquanto era criado um mercado para seus produtos está no fim. Agora terás que ouvir seus clientes e realizar concursos de projetos ou algo semelhante, para poder deixar seus clientes mais leais e empenhados em compartilharem SUS capital intelectual gratuitamente. Uma idéia é dar como troca a possibilidade de que os clientes comas melhores idéias o poder de opinar de uma forma direta no que é produzido.

            Essa seria uma das possibilidades de colocar a empresa no centro da co-criação, onde eles definiram os parâmetros de quando e em quais produtos os clientes poderão inovar. Pois da idéias enviadas gratuitamente só as melhores serão escolhidas, ficando dessa forma com todas as propriedades intelectuais.

            A maioria dos clientes não vai ficar de acordo, pois eles não se importam se as atividades fazem vocês ganhar dinheiro, o que eles realmente querem é um produto melhor, e talvez até uma parte dos lucros.

Abração.

Rafael de Andrade (Japa)

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Super comercial

10 10UTC Novembro 10UTC 2009

Estava olhando uns vídeos na net ontem, e acabei olhando um do filme Halo Odst 3 (que pesquisando depois, vi ser um jogo de vídeogame). Assim aproveitei o post do Tiarajú, que falava sobre os filmes inspirados nas jogos de vídeogame, neste caso um comercial.

Se o jogo é bom eu não, afinal não conheço. Mas o que pude ver pelo comercial é que o diretor dá uma aula de como fazer uma base para um bom filme inspirado nas franquias de vídeogame.

Veja abaixo o comercial de um minuto e meio de Halo Odts 3, no meu ponto de vista, EMPOLGANTE. vejam e tirem suas próprias conclusões.

E o que acharam?

Abraços.

Rafael de Andrade (Japa)

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Esse é um novo tempo…

10 10UTC Novembro 10UTC 2009

Já havia visto esta propaganda na TV há alguns dias atrás, e achei muito legal a sua abordagem. Trata sobre questões muito importantes dos nossos dias e sobre o futuro das novas tecnologias.

Vale a pena conferir!!!

Não esqueça:  

“O tempo em que você manda na tecnologia, e não ela em você!”

Abraçao, Fernanda

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Google compra empresa de publicidade móvel por US$750 milhões

10 10UTC Novembro 10UTC 2009

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Li essa reportagem e achei legal postar aqui.

João Souza

 

Negócio amplia alcance da gigante no setor de celular com acesso à web.
Buscas por aparelhos móveis cresceram 30% no terceiro trimestre de 2009.

O Google está negociando a aquisição da empresa de publicidade móvel AdMob por US$ 750 milhões, ampliando o seu alcance no crescente setor de aparelhos celulares com acesso à web. A compra de 100% das ações da empresa pelo Google, que também conta com o software Android, usado cada vez mais em smartphones, como o Droid, da Motorola, é um elemento importante para monetizar o tráfego na internet. No mês passado, a empresa informou que o número de buscas por aparelhos móveis cresceu 30% no terceiro trimestre na comparação com o período anterior.
“A publicidade móvel tem esse enorme potencial como meio de marketing e, enquanto esse setor ainda se encontra em sua fase inicial de desenvolvimento, a AdMob já progrediu muito em muito pouco tempo”, disse a vice-presidente de Gerenciamento de Produto do Google, Susan Wojcicki.

A AdMob é uma empresa privada que desenvolve tecnologia para exibição de anúncios em celulares e para rastrear seu desempenho.  O Google, maior site de buscas do mundo, não quis informar quanto de sua receita, que fechou 2008 em US$ 22 bilhões, provém da publicidade móvel.

O presidente-executivo do Google, Eric Schmidt, também afirmou, no mês passado, que a empresa estaria interessada em retomar seus planos de aquisição, após dar um tempo durante a recessão econômica. Schmidt disse ainda que o Google compraria em média uma empresa por mês. A empresa afirmou que o acordo foi aprovado por ambas as partes e sua conclusão está sujeita a condições costumeiras.

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Pirataria, pobreza e o seu novo celular

10 10UTC Novembro 10UTC 2009

Um viés “vilão” do assunto tecnologia, diretamente ligado a toda discussão sobre direitos autorias, é a pirataria que movimenta milhões de dólares em um mercado paralelo de produtos, digamos, “alternativos”.

Li na SuperInteressante desse mês alguns dados sobre os custos de produção de itens que consumimos normalmente em nosso dia-a-dia:

- Uma camiseta produzida por trabalhadores ilegais bolivianos rende a eles R$ 0,30 por peça. Uma camiseta de marca rende ao trabalhador primário cerca de R$ 20 reais por unidade.

- Um CD original custa cerca de R$ 30 e tem seu preço final estipulado da seguinte maneira: direitos autorais (5%), lucro de varejo (5%), custo de produção (5%), sindicatos (1%), impostos (24%), despesas da gravadora (18%), marketing (15%), lucro da gravadora (11%), lucro do artista (10%) e distribuição (6%). Um CD pirata torna desnecessários quase todos os trabalhadores relacionados nos processos citados e custa, em média, R$ 5: custos de produção (20%), despesas com transporte e venda (10%) e lucro dos envolvidos no processo de pirataria (70%).

Ok, mesmo que o lucro percentual seja muito maior nos produtos piratas, vou preferi-los pelo custo final ser menor pra mim. Ou não? Me questionei isso quando acessei o site ChinaHush, que trás fotos drásticas da poluição na China gerada, sobretudo, pelos efeitos da industrialização descontrolada e sem planejamento. A foto abaixo introduz o tema…

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Daí, liguei os pontos: piratas podem ser mais baratos, mas, a exemplo dos produtos chineses que “importamos” do Paraguai, seu preço agregado leva em conta uma poluição sem precedentes, baixíssimos índices de qualidade de vida e uma condição social que se assemelha à reiteração das pessoas como a ocorrida na Primeira Revolução Industrial. A questão, então, não é mais autoral: é social (um outro lado da moeda que até então não tínhamos discutido).

Acesse o site ChinaHush e pondere sobre a possibilidade das pessoas fotografadas gostarem de produtos piratas, já que a China é, oficialmente, o maior fabricante de produtos “genéricos” do mundo.

Eu? Eu continuo comprando produtos piratas quando não posso pagar pelos originais (e discutir isso abriria um leque muito diversificado de assuntos), mas agora não é somente em ato de protesto contra os altos preços. Agora, penso com uma pitada de remorso no lado social de toda a história…

Jean P. Joris

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Trabalho, criatividade, vendas, etc e tal…

10 10UTC Novembro 10UTC 2009

Todo mundo já fez aquele exercício de vender a si próprio. Aliás, quem está procurando emprego vive num constante processo de “auto-venda”. É preciso ser diferente dos demais candidatos, é preciso surpreender, chamar a atenção, exaltar as qualidades e diminuir os defeitos.

A profissão de publicitário pede que façamos isso para outras empresas dos mais diversos segmentos. É preciso ser criativo para conquistar a atenção do público. Mas não quero, mais uma vez falar da profissão de publicitário (vocês já devem ter se enchido disso). Quero falar sobre a publicidade e sua casa, ou seja, a agência.

Nos posts anteriores comentei sobre o “diferente” que a publicidade pode oferecer aos clientes, indo além da publicidade comum. E sempre quando vemos alguma ação espetacular de alguma agencia, ou até mesmo alguma reportagem surpreendente ficamos pensando: O que será que temos de fazer para trabalhar nesta empresa?

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Quando nos deparamos com a lista de mercado “qual a melhor empresa para se trabalhar” ou mesmo ”qual agência é mais cobiçada pelos profissionais do ramo”, pensamos no motivo que levam as pessoas a desejarem fazer parte do quadro de funcionários de tais empresas. Observamos, admirados, a sede do Google e suas flexibilidades na lida com seu RH, nos repórter da Rede Globo, ou estratégias malucas de estudantes que fazem de tudo para conseguirem um estágio numa empresa na qual querem uma oportunidade. E ao se matricular em mais um componente curricular da faculdade muitas vezes pensamos em realizar trabalhos a fim de criar uma ação capaz de impressionar a todos.

Nós alunos, somos tão criativos e inovadores com as disciplinas da faculdade e, por isso, futuramente iremos nos orgulhar da nossa profissão. Mas e a agência, ou o jornal? É uma empresa como qualquer outra. Tanto é que as dificuldades empresariais existem como em qualquer outro ramo de atividade. Porém, será que não conseguimos ser criativos e inovadores com nosso próprio negócio? Será que não conseguimos ser diferentes e surpreendentes a ponto de termos que admirar e aplaudir outros empreendimentos e ações? Será que não conseguimos ser mais flexíveis?

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Ainda somos estudantes! Sairemos fresquinhos da Universidade com as ideias bombando, portanto lembre-se que “o não nós já temos”, e por esse motivo temos de tentar, sugerir e inovar. Afinal essa é a nossa obrigação sermos criativos e diferentes, até dentro de casa. E aí, quem sabe a sua, não será a próxima empresa a ser vista com olhos de admiração?

Bom final se semestre a todos!

Por Nay Back.

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Você é uma pessoa criativa?

9 09UTC Novembro 09UTC 2009

Criatividade: a linda palavra que faz as agencias de publicidade ganharem prêmios e pagarem contas, a magnífica palavra que todos os estudantes de comunicação social necessitam tanto almejar…

Ser criativo, na publicidade, é fundamental. Seja para lidar com as palavras, para definir as mídias, para caprichar no atendimento, na produção ou na hora de fazer o cafezinho para o cliente chato que em plena a sexta feira decide te alugar com a campanha para o natal. Entretanto, para as raposas e golfinhos acredito que a rotina não seja diferente, pois um jornalista jamais deve ficar sem pauta e o mural de recados dos RPs deve estar sempre atualizado (brincadeirinha)…

No entanto, não existe um segredo para ser criativo. Muito menos pessoas que nascem com tal dom e que possam desfrutá-lo. A criatividade pode e deve ser desenvolvida (lembram dos livros da aula de redação publicitária 1?). É fruto de disposição, treino e muita, muita, mas muita dedicação.

Visitando alguns sites, encontrei um manifesto sobre a criatividade que o cartunista, e  Hugh Macleod desenvolveu há 3 anos e do qual extraí 10 dicas essenciais:

1 – Ignore a todos.

2 – Dedique horas.

3 – Não se preocupe em se destacar na multidão. É melhor simplesmente evitá-las.

 4 – A coisa mais importante que um criativo pode aprender profissionalmente é onde traçar a linha sobre o que ele está disposto a fazer, e o que não está.

 5 – O mérito pode ser comprado. A paixão não.

 6 – Preocupar-se com o comercial x artístico é completa perda de tempo.

 7 – Não se preocupe em encontrar inspiração. Ela vem naturalmente.

 8 – Se o seu plano depende que você seja descoberto por alguém, ele provavelmente falhará.

 9 – Todos nascem criativos. Todos ganham uma caixa de giz-de-cera no jardim de infância.

 10 – Escreva com o coração.

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Se um dia eu descobrir a fórmula da criatividade, prometo compartilhar com vocês… Enquanto isso ,apostem na atitude, esforço e comprometimento, pois o sucesso, por mais clichê que pareça, é do tamanho da vontade de cada um em ser exclusivo.

Por Nay Back.

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Twitter

9 09UTC Novembro 09UTC 2009

Estava lendo o post do Cássio (‘vendendo pessoas na internet’) sobre a inserção dos políticos na internet, através do orkut, face book, twitter… e acabei lembrando de uma matéria que li na revista Veja da última semana de outubro. Nas páginas amarelas tem uma entrevista com o americano Christopher Isaac Stone, criador do twitter e que hoje, menos de dois anos depois da fundação da ferramente, foi incluído pela revista Time na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo.

Em umas das perguntas feitas pelo repórter da revista, é questionado justamente o assunto abordado anteriormente, sobre a utilização do twitter na campanha de políticos (mais precisamente, do presidente americano Barack Obama) podendo tornar as eleições superficiais.

Segundo ele, “a internet foi criada para dar a todos a possibilidade de obter e publicar informações. Essa troca livre e desimpedida é muito poderosa. O problema era a barreira técnica. Muita gente deixa de publicar na internet por desconhecer a linguagem técnica do meio. O twitter reduziu essa barreira. O único requisito para publicar é saber digitar. Os políticos precisam estar conectados com seus eleitores. Como o twitter permite a conexão direta, é natural que se tenha tornado uma ferramenta presente nas campanhas políticas. Não há nada de errado nisso. Quanto mais pessoas compartilharem informações, melhor para todos”

A reportagem pode ser lida na íntegra da página da revista veja, clicando no link – edições anteriores.

Abraços! Carolina Pederiva.

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